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Riscos de TIC


Atualmente, as informações e comunicações são consideradas um dos maiores ativos (bens) de uma organização, possuem valor e devem ser protegidas. Dessa forma, a proteção das informações e das comunicações têm sido motivo de grande preocupação de muitas empresas, órgãos públicos, inclusive, dos órgãos de Controle como Tribunal de Contas da União (TCU) e Corregedoria Geral da União (CGU).

De acordo com o Departamento de Segurança da Informação e Comunicações da Presidência da república, segurança da informação e comunicações visa assegurar: “a Disponibilidade, Integridade, Confidencialidade e Autenticidade das Informações que estão contidas nos ativos de informações. Os ativos de informação são os meios de armazenamento, transmissão e processamento da informação; os equipamentos necessários a isso; os sistemas utilizados para tal; os locais onde se encontram esses meios, e também os recursos humanos que a eles têm acesso. Sendo assim, SIC é muito mais do que segurança em TI, pois, além de envolver a TI, envolve também as pessoas, os processos, o ambiente.”(http://dsic.planalto.gov.br/perguntas-frequentes – página capturada em 13/03/2014).

A seguir apresentam-se algumas ações associadas a esta prática, já institucionalizadas na UFPel.


Em relação à gestão da segurança da informação:

Em 11/11/2013, o Reitor da Universidade Federal de Pelotas constituiu por meio da Portaria nº 2393 o Comitê Gestor de Segurança da Informação na UFPel, encarregado de assessorar a implementação das ações de segurança da informação e comunicações no âmbito da Universidade.

Apresentam-se, também, as demais portarias constitutivas do Comitê Gestor de Segurança da Informação da UFPel:


Em relação à integridade:

Em 11/05/2018, o Reitor da Universidade Federal de Pelotas constituiu por meio da Portaria nº 1079 o o Comitê de Gestão da Integridade, em atenção ao disposto no Art. 4º da Portaria nº 1.089, de 25 de abril de 2018, do Ministro de Estado da Transparência e Controladoria-Geral da União. Essa Portaria estabelece, igualmente, que o Comitê de Gestão da Integridade desempenhará as suas funções até a constituição do Comitê Gestor de Governança, Gestão de Riscos e Controles Internos, ao qual haverão de ser, então, atribuídas as competências e atribuições que lhe são próprias, nos termos do que autoriza o do §2º do Art. 4º da Portaria nº 1.089 de 25 de abril de 2018, do Ministro de Estado da Transparência e Controladoria-Geral da União.


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pratica_04.txt · Última modificação: 2018/06/06 09:10 por fpmr